No cinema, sua estreia foi protagonizando o premiadíssimo filme Orfeu Negro (1959), de Marcel Camus. Foram inúmeras participações em filmes desde então, sendo as mais recentes em: As Filhas do Vento (2005), do diretor Joel Zito Araújo, no qual ganhou seu primeiro Kikito – prêmio mais importante do cinema nacional; Acalanto (2012), de Arturo Saboia, baseado num conto de Mia Couto, que lhe rendeu o segundo Kikito, em 2013; Acúmulo, de Gilson Junior, no qual é protagonista. Na telinha, estreou no Grande Teatro da TV Tupi (1950). Esteve em dezenas de novelas e seriados desde então: Vendem-se Terrenos no Céu (1963), Assim na Terra como no Céu (1970), Os Ossos do Barão (1973), Escrava Isaura (1976), um fenômeno de audiência dentro e fora do país. Recentemente, esteve nas produções Anjo Mau (1997), O Clone (2001), A Lei e o Crime (2009) e Mister Brau (2017).
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Pela sua atuação enquanto ativista, mulher e negra, foi reconhecida com a medalha Pedro Ernesto da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro; recebeu a medalha da Academia Brasileira de Letras; o Golfinho de Ouro do Conselho de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e o Tatu de Prata de Melhor Atriz (pelo curta-metragem Memórias da Chibata, de Marcos Manhães Marins) em 2007; recebeu Menção Honrosa no Festival de Gramado de 2008 por sua atuação em Hoje tem Ragu, de Raul LaBancca; e foi homenageada no Festival de Cinema do Rio Grande do Norte de 2009 pela sua atuação no filme Dias amargos de Sílvio Coutinho.
O IPEAFRO saúda esta grande pessoa humana!
Fontes: Memória O Globo e site do IPEAFRO